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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Livro de Janeiro de 2014: Bruxas, Bruxos e os Feitiços mais Cruéis que se Podem Imaginar

Livro de Janeiro de 2014



Título: Bruxas,  Bruxos e os Feitiços mais Cruéis que se podem Imaginar
Autor: Seleção de Joseph Jacobs
Tradução: Vilma Maria da Silva e Inês A. Lohbauer
Editora: Martin Claret
Gênero: Romance, Literatura Estrangeira
Número de Páginas: 136 Páginas
Sinopse: Bruxas... Algumas são más, terrivelmente más! Outras, nem tanto. E existem ainda algumas que são verdadeiras heroínas. É uma pena que só se conheçam as más. Elas foram as que ficaram mais famosas na história da humanidade, afinal, fizeram tantas coisas terríveis que é difícil de esquecer. Mas existem também as boas. E há os feiticeiros... Quem nunca ouviu falar de Merlin, por exemplo – o mago celta que ajudou o Rei Artur? Pois então deixe de lado o preconceito e abra este livro. Nele, você encontrará 10 contos sobre bruxas, bruxos e seus feitiços extraordinários. São contos da cultura celta que foram recolhidos da tradição oral e recontados por Joseph Jacobs, folclorista e estudioso dos mitos e lendas britânicos. Você pode acabar descobrindo que feitiços são muito interessantes – às vezes cruéis, outras, divertidos. Mas tome cuidado! Entre um conto e outro, sem que se dê conta, você pode acabar completamente encantado.  (Fonte: - Skoob – http://www.skoob.com.br/livro/194740/)

Comentários:

“É um livro que parece propaganda enganosa... No entanto, chega a ser surpreendente. Espera-se um livro com contos mais longos, elaborados e com uma profundidade na narrativa. Os contos deste livro não tem nada disso. As histórias são curtas e com narrativa bem simples e flexível. O que surpreende neste livro é a originalidade que passa extremamente do senso de realidade e das expectativas que temos dos contos de fada tradicionais. É literalmente absurdo. Alguns contos tem um senso de humor muito divertido e outras são fortes de certa maneira. É um livro repleto de contos celtas que dá pano para manga para algumas reflexões – reflexões estas que eu nem ousei e não ouso fazer aqui. De maneira geral, um ótimo livro para passar o tempo em uma leitura descompromissada, que pode ser muito prazerosa para quem curte fantasia – e absurdos, é claro!”

sábado, 25 de janeiro de 2014

Livro de Dezembro de 2013: Bruxos e Bruxas [Em Atraso]

Livro de Dezembro (Set-Out-Nov) de 2013




Título: Bruxos e Bruxas
Autor: James Patterson e Gabrielle Charbonnet
Tradução: Ana Paula Carradini
Editora: Novo Conceito
Gênero: Romance, Literatura Estrangeira
Número de Páginas: 288 Páginas
Sinopse: No meio da noite, os irmãos Allgood, Whit e Wisty, foram arrancados de sua casa, acusados de bruxaria e jogados em uma prisão. Milhares de outros jovens como eles também foram sequestrados, acusados e presos. Outros tantos estão desaparecidos. O destino destes jovens é desconhecido, mas assim é o mundo sob o regime da Nova Ordem, um governo opressor que acredita que todos os menores de dezoito anos são naturalmente suspeitos de conspiração. E o pior ainda está por vir, porque O Único Que É O Único não poupará esforços para acabar com a vida e a liberdade, com os livros e a música, com a arte e a magia, nem para extirpar tudo que tenha a ver com a vida de um adolescente normal. Caberá aos irmãos, Whit e Wisty, lutar contra esta terrível realidade que não está nada longe de nós. (Fonte: - Skoob – http://www.skoob.com.br/livro/322336/)

Comentários:

“Confesso que fiquei fascinado pelo livro Bruxos e Bruxas a partir da arte da capa da versão nacional. Sei que não devemos julgar o livro pela capa, mas um livro com sua capa charmosamente bem trabalhada e impressa realmente enche os olhos e chama muito atenção. Assim é a capa de Bruxos e Bruxas: chamativa e charmosa. O B em chamas com o perfil dos dois irmãos protagonistas da história é bem bacana. A faixa de advertência com os dizeres ‘Livro Proibido pela Nova Ordem’ também algo bem instigante à leitura... A história é algo que também promete bastante, uma vez que tem uma pegada bem atual e que se você é adolescente – ou um jovem adulto, como eu sou – vai se  identificar facilmente com Wisty ou Whit. No entanto, como nem tudo são flores... Bruxos e Bruxas é um livro que não me fez ter aquele tesão de leitura, pois ele é escrito de uma forma totalmente nada convencional. Primeiro por ser escrito em 1ª pessoa. Segundo por ter duas primeiras pessoas na jogada. Hãn?! Não entendeu? Pois eu explico: o livro conta a narrativa dos dois irmãos na ótica pessoal de cada um deles, isto é, ao passo que vão vivenciando as coisas vão contando o seu ponto de vista do que acontece ao seu redor, fazendo isto de forma alternada. Bom, o livro não é de todo bom, mas não é de todo ruim. É diferente, apenas. Levei um tempão para terminar de ler este livro, apesar dos capítulos serem curtíssimos (fazendo com que muita gente goste dele por ele ser de uma fluidez hiper-mega-super alta, favorecendo que leia em três tempos), por que ele não se aprofunda em desvelar as características pessoais (sobretudo da personalidade) de Wisty e Whit. Particularmente, gostei bastante da Wist, pois o Whit pareceu meio bobão. Penso que os dois personagens tinham grande probabilidade de terem suas personalidades melhor trabalhadas. Outro problema que eu achei foi os personagens secundários, que na minha percepção estão mais para figurantes, pois eles estando ou não estando ali não faria muita diferença no roteiro... Creio que por favorecer muito a ação e a progressão da história, o desenvolvimento dos personagens ficou com um déficit bastante perceptível. Cito como exemplo a sensação de não ter sentido o medo que os Allgood’s diziam ter passado ao serem brutalmente separados dos pais; cito também o amor de Whit e Celia foi outra coisa que realmente não me convenceu (veio a  imagem da Narcisa Tamborideguy na cômoda daquele comercial dizendo ‘aí que tédio, que casal sem criatividade, sem humor, sem vontade de viver... ai que casalzinho desanimado...). Enfim... Se for pra elogiar algum personagem, que seja O Único que é O Único, que pretende-se um vilão misterioso, arrogante e megalomaníaco e de fato o é! Enfim, coisas que não me cativaram e convenceram a parte, Bruxos e Bruxos é um livro legalzinho, com tiradas e momentos descontraídos e de fato muito engraçados e com uma roupagem totalmente jovem (a parte final de anexos das coisas proibidas pela N.O. é um sarro!). É um livro pra quem gosta de aventura com fundo mágico e que curta a ação da história... Nisto, não posso negar. A ação com a qual o enredo é conduzido e escrito realmente é muito boa. Para não falar que só citei coisas ruins, cito a passagem da fuga no furgão no metrô, que foi bem eletrizante, e a passagem de Wisty transformada em camundongo, dentro da prisão. Essas duas cenas são lidas de uma forma que facilmente você visualiza mentalmente a cena toda... Momento afetivo mais marcante do livro foi quando Whit e Wisty encontram uma projeção mágica de sua antiga casa e tem a oportunidade de falar por alguns instante com seu pai e sua mãe – por quem eles tanto buscavam e vão continuar a buscar. O livro termina de forma abrupta, mas completamente deixando um gostinho de quero mais... Apesar de não ter amado de paixão o livro, quero ver a continuação para ver até onde isso vai dar... E quem sabe, por quê não, ser encantado pela magia de Bruxos e Bruxas.”

domingo, 29 de setembro de 2013

Livro de Agosto de 2013: Lucíola


Livro de Agosto de 2013




Título: Lucíola
Autor: José de Alencar
Editora: Martín Claret
Gênero: Romance, Literatura Nacional
Número de Páginas: 151 Páginas
Sinopse:  Em cartas que a destinatária, sra. G.M, posteriormente organizaria em livro e faria publicar sob o título de Lucíola, Paulo Dias, o protagonista/narrador/missivista, conta a história de seu relacionamento com uma mulher, explicando inicialmente que não o fazera de viva voz em virtude de, na ocasião de uma visita a que alude, estar presente a neta da própria destinatária, uma menina de 16 anos. Logo após ter chegado ao RJ, procedente de Olinda, em 1855, com cerca de 25 anos, Paulo foi convidado por um amigo, o sr. Sá, a acompanhá-lo à Festa da Glória, quando lhe atraíra a atenção uma jovem e bela mulher que, de início, em sua simplicidade de provinciano adventício, não identificara como cortesã ( ou prostituta). Ao ver Lúcia, assim se chamava a mulher, tivera a impressão de já conhecê-la. De fato, à noite lembra-se de que, realmente, já a tinha visto antes, no dia mesmo de sua chegada ao RJ, em um carro elegante puxado por dois fogosos cavalos, e exclamara então para um companheiro de lado: "Que linda menina! Como deve ser pura a alma que mora naquele rosto!" e que gentilmente, após, alcançara-lhe o leque que deixara cair na rua. Lúcia era, assim, uma mundana de rara beleza e suave aspecto, que faziam parecer uma jovem inocente. Pelo menos, essa foi a impressão de Paulo e que o levou a apaixonar-se, mesmo depois de saber quem era ela. Tal como a pintou o romancista e se depreende de toda a história, ela era de natureza complexa nas alternativas de sua vida e do seu temperamento. Boa nas intenções, mas devassa na prática da vida que levava; interesseira e avara na conquista do dinheiro fácil e, ao mesmo tempo, generosa ao dar esmolas e na ajuda a parentes; com um passado de luxo e dissipação, se apaixona da maneira mais romântica pelo jovem que nela descobrira bondade e ternura. Enfim, era bem feminina ao parecer tantas numa só. Paulo, no entanto, no entusiasmo da paixão, definiu-a: "Tu és um anjo, minha Lúcia!"... (Fonte: Trecho retirado da Resenha do Guia do Estudante. -http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/luciola-resumo-obra-jose-alencar-703820.shtml)



Comentários:
“Mais um livro que leio da estante de quinquilharias do meu quarto. Comecei a ler um outro livro no mês de agosto, mas interrompi a leitura para me dedicar a este, Lucíola, de José de Alencar. Este é o típico livro de ensino médio que os professores nos mandam ler porque vai cair em algum conteúdo de uma ou outra disciplina... Confesso, que apesar de já tê-lo lido, não me recordava de praticamente nada de minha leitura anterior, o que conferiu uma experiência nova de leitura, como se fosse a primeira vez. Penso que a maturidade me fez ler o livro com outros olhos e a compreendê-lo bem melhor, uma vez que o tipo de escrita não é fácil, cheio de termos arcaicos, típicos da escrita de outrora. Mas apesar de alguns termos difíceis e das descrições extensas e por vezes metafórica do autor e personagem central do romance, a história me cativou por completo. Senti a intensidade do amor quase proibido de Lúcia e Paulo ao longo das páginas, das exigências sociais e das convenções que atingiam os dois, deixando-os em uma ambivalência grotesca entre seus sentimentos e seus reais compromissos que cada um tinha socialmente...
De modo particular, Lúcia, a mais bela e fogosa cortesã da corte carioca dos velhos tempos me encantou e me fascinou muito, com sua singeleza d’alma e voluptuosidade do corpo encarnado de um espírito especialmente singular. Me identifiquei com a personagem pelo fato de nos últimos tempos sentir-me assim, meio objeto de deleites alheios. Um trecho em particular, serve-me de ilustração para como me senti através das próprias palavras de Lúcia:

"Quando lho dei a perceber, ela respondeu-me:

- Que importa? Contanto que tenha gozado de minha mocidade? De que serve a 

velhice às mulheres como eu?"

Às vezes me sinto assim, meio Lúcia: diáfano, dúbio, sozinho, cortesão... Justamente servindo as vontades e caprichos de seres alheios, seres que não hão e nem podem me completar e me oferecer aquilo que necessito, tão e simplesmente, mas que de tão simples, parece ser impossível de que me seja destinado... Mas não só de romance, amor e coisas doces vive esse belo romance nacional. Há humor e partes bem excitantes, se você sabe apreciar as intenções por detrás das entrelinhas escritas na página do papel. Certos trechos de Lucíola são bem interessantes por suscitar a lascívia do leitor imaginativo, como no trecho que abaixo se segue:

"Uma vez levantado o cálice, a contração muscular foi tão violenta que o cristal espedaçou-se entre as falanges delicadas. Tinha-se ferido e para estancar o sangue, mergulhou o dedo no meu copo cheio Sauterne: o áureo licor enrubesceu; e eu esgotei-o até a última gota num assomo de galanteio romântico.
Lúcia acompanhou o meu movimento com um olhar tão cheio do que olhava, como se eu lhe bebera a própria vida nessas gotas tinta de seu sangue.
- Se o bebesse todo!... balbuciou.
- Tu morrias, Lúcia! respondi sorrindo.
- Eu... viveria; e o resto seria pasto dos vermes, como foi pasto dos homens."

Trecho forte e instigante de vários significados... Mas enfim, não vou aqui discorrer sobre eles, ou não terminaria esta postagem mais nunca... Para finalizar, um trecho não menos digno deste romance impossível de Paulo e Lucíola. Tal trecho lembra-me o poeta Vinícius de Moares quando diz ‘que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja eterno enquanto dure’ e que durará pra sempre se preservar em si a lembrança da pessoa amada, por mais que esta parta desta vida, bem como confessou Mária da Glória, a doce Lúcia, a linda Lucíola, em seu leito de morte:

‘Eu te amei por séculos nestes poucos dias que passamos juntos na terra. Agora que a minha vida se conta por instantes, amo-te em cada momento por uma existência inteira. Amo-te ao mesmo tempo com todas as afeições que se pode ter neste mundo. Vou te amar enfim por toda a eternidade’ - Lucíola, últimos trechos.

Encerro os meus comentários com a explicação da alusão do título da obra:

‘AO AUTOR

Reuni as suas cartas e fiz um livro.
Eis o destino que lhes dou: quanto ao título, não me foi difícil achar.
O nome da moça, cujo perfil o senhor desenhou com tanto esmero, lembrou-me o nome de um inseto.
Lucíola é o lampiro noturno que brilha de uma luz tão viva no seio da treva e à beira dos charcos. Não será a imagem verdadeira da mulher que no abismo da perdição conserva
a pureza d’alma?
Deixem que raivem os moralistas.
A sua história não tem pretensões a vestal. É musa cristã: vai trilhando o pó com os olhos no céu. Podem as urzes do caminho dilacerar-lhe a roupagem: veste-a a virtude.
Demais, se o livro cair nas mãos de alguma das poucas mulheres que lêem neste país, ela verá estátuas e quadros de mitologia, a que não falta nem o véu da graça, nem a folha de figueira, símbolos do pudor no Olimpo e no Paraíso terrestre.

Novembro de 1861.
G. M.


Fica deste livro o pesar de tê-lo perdido, mas o sabor de tê-lo lido. Espero sinceramente que quem o encontre leio-o e goste do romance tanto quanto eu. E espero, quem sabe, talvez, um dia viver um romance tão intenso quanto o que viveu Maria da Glória – Lúcia – Lucíola.”

sábado, 31 de agosto de 2013

Livro de Julho de 2013: A Arte da Guerra

Livro de Julho de 2013




Título: A Arte da Guerra
Autor: Sun Tzu – Adaptação e Prefácio de James Clavell
Editora: Record
Gênero: Estratégia Militar, Administração
Número de Páginas: 111 Páginas

Sinopse:  Dominar a arte da guerra é fundamental para o Estado. Conhecê-la bem é questão de vida ou morte, a diferença entre segurança e ruína. Em nenhuma circunstância deve ser negligenciada. Desta maneira começa o notável documento chinês escrito há cerca de 2.500 anos, no qual é registrada a sabedoria de Sun Tzu, um filósofo que se tornou general .Nele são discutidos todos os aspectos da guerra - táticas, hierárquicos e humanos, entre outros - numa linguagem tanto poética quanto didática. James Clavell, autor de prestígio mundial, assina o prefácio, onde cita alguns preceitos de A arte da guerra e os contextualiza em nosso cotidiano. Uma obra para ser lida não apenas por todo comandante ou oficial, mas também por qualquer pessoa interessada em paz. (Fonte: Folha de Rosto do Livro)

Comentários:
“Encontrei esse livro na estante cheia de livros e revistas  que tem no meu quarto (que às vezes mais parece um depósito de quinquilharias familiares)... O livro me chamou a atenção, primeiramente, pelo título e por já ter ouvido falar por alto desse grande general que foi Sun Tzu que se tornou notório ao longo dos séculos por deixar ensinamentos e estratégias com relação a guerras e batalhas. O livro trás muitas lições que nos faz pensar na guerra cotidiana que cada um de nós enfrenta, pelo simples fato de viver. Olhando desta perspectiva, pode parecer cruel, pensar na vida como uma guerra, mas no final das contas, tudo que fazemos diariamente é batalhar para ficarmos vivos no final do dia. Todos os treze capítulos fez me pensar e refletir, uns em maior outros em menor grau, no paralelo destes ensinamentos com a minha vida cotidiana, desde a preparação dos planos, as táticas, os pontos fortes e pontos fracos, as manobras, etc... O livro apresenta os conceitos de forma bem didática e de forma clara e compreensível, apresentando ilustrações com citações de batalhas e feitos heroicos em guerra, para explanar cada um dos conceitos e ideias apresentados. Entre varias citações, trago agora duas delas, que me chamaram bastante a atenção:
‘Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas...’

‘Na paz, preparar-se para a guerra; na guerra, preparar-se para paz. A arte da guerra é de importância vital para o Estado. É uma questão de vida ou morte, um caminho tanto para a segurança como para a ruína. Assim, em nenhuma circunstância deve ser negligenciada.’


Ambas, denotam, ao meu ver, a mais pura essência de tudo àquilo que A Arte da Guerra tem a nos proporcionar de conhecimento. Super recomendo a leitura... Espero um dia ler os Treze Capítulos na íntegra, do original.”

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Livro Novo: Bruxos e Bruxas - James Patterson e Gabrielle Charbonnet





Minha mais nova aquisição literária é um livro chamado 
Bruxos e Bruxas
do autor James Patterson em parceria com Gabrielle Charbonnet.
Confesso que não conhecia os autores e só encontrei o título da obra porque estava vendo preços dos livros da Saga Harry Potter num site e apareceram vários outros títulos com a temática semelhante. Fiquei encantado com a sinopse do livro, pois ele parece ter uma pegada bem atual e moderna aliada ao plano de fundo mágico e misterioso. Espero que a aquisição realmente tenha valido a pena!


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Livro de Junho de 2013: O Vale dos Anjos - O Torneio dos Céus


Livro de Junho de 2013




Título: O Vale dos Anjos – O Torneio dos Céus
Autor: Leandro Schulai
Editora: Novo Século
Gênero: Romance, Literatura Nacional
Número de Páginas: 414 Páginas

Sinopse: A morte tem o poder de separar um amor? Para muitas pessoas a frase “até que a morte os separe” é a afirmação de que morrer é o fim de tudo, inclusive para o amor. Mas se fizermos essa pergunta para o grego Dimitris Saloustros a opinião será bem diferente. Com uma morte precoce e uma promessa feita à sua amada o rapaz parte em busca do desconhecido Vale dos Anjos, local onde se encontram as maravilhas do paraíso e o medo e apreensão das oito prisões, em busca de cumprir o seu feito. Auxiliado pelo anjo guia de enterro Obelisco cujo humor o ajuda nos momentos difíceis, pela cupido Anne cuja beleza é incomparável e treinado pelo misterioso mestre Ramirez, Dimitris parte em uma jornada recheada de grandes belezas, pessoas marcantes e mistérios complexos que o farão perceber que nada é por acaso e que sua estadia nesse misterioso local já era aguardada a muito tempo... (Fonte: Skoob - http://www.skoob.com.br/livro/116414-o_vale_dos_anjos)

Comentários:
“Conheci o livro e o autor na minha primeira viagem solo a São Paulo, em agosto de 2011. Confesso que julguei o livro pela capa, sim. Adorei a imagem de apresentação da capa e fiquei intrigado pelo resumo da história que havia na parte de trás do livro e das notas, nos marcadores internos. Quando li o livro pela primeira vez, cheguei a enviar uma mensagem ao autor e abaixo segue ela na íntegra.

>> Olá. Comprei seu livro na minha viagem à cidade de São Paulo, no final de agosto passado. Confesso que gostei da capa e me interessei pela descrição no livro. Confesso ainda que quando comecei a ler achei sua maneira de escrever meio monótona e até pueril. Doravante, sei que isso é estranhamento, uma vez que não leio muito e me viciei em ler livros de um único autor nos últimos anos. Atualmente estou no capítulo 13 e estou ficando cada vez mais encantando pela história e pela obstinação do personagem principal. O Vale dos Anjos virou meu livro de cabeceira e a cada dia aprecio dois ou três capítulos (não quero lê-lo rapidamente, pois estou gostando muito dos momentos em que o leio). Num mais quero parabenizá-lo pelo livro e agradecê-lo pela inspiração. Graças a você revigorei minha vontade em voltar a escrever e terminar de escrever meus projetos de livros... Muito obrigado mesmo. Cordialmente. Cristian... 04 de Setembro de 2011, Via Facebook. <<

Nesta releitura eu notei que mesmo após quase dois anos o enredo e nova maneira como o autor escreve são muito cativantes. É difícil escrever aqui, sem dar spoilers do livro. A leitura é super recomendada para quem gosta do gênero. Eu fiquei mais intrigado e ansioso ainda pela continuação do livro, para ver até onde a obstinação desse herói pode ir e quais são os planos maiores que estão reservados para o futuro deste personagem. Na segunda leitura, percebi coisas sutis que ainda não havia notado e que me fizeram fazer algumas inferências de possíveis coisas que estão por vir no próximo livro... Agora é aguardar para ver...”